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Bacalhau

Mais do que o alimento que pode ser cozinhado de mil e uma formas o Bacalhau é, sem dúvida, o mais português de todos sabores. Ílhavo, terra de arrais, marinheiros e capitães, construiu uma grande parte da sua História em torno da “Faina Maior”, a captura do Bacalhau nos gélidos e duros mares da Terranova e da Gronelândia que, durante séculos, moldou, e molda ainda, o caráter heroico dos pescadores ilhavenses. Atreva-se a embarcar nesta epopeia!

 

                                         

 

 A Confraria Gastronómica do Bacalhau, que tem por missão a defesa, valorização e dinamização da gastronomia regional e, em particular, da confeção do Bacalhau e dos seus derivados, nas suas múltiplas formas, presta homenagem a todos quantos participaram nesta “Faina Maior”. Ostenta o gabão preto, antigo traje ilhavense, e o pendão, uma âncora e um Bacalhau, suspenso numa fita amarela e púrpura, as cores do município e é coorganizadora do Festival do Bacalhau, que, anualmente, se realiza no Jardim Oudinot, em finais de agosto.

 

O Bacalhau e os seus derivados são elementos constantes à mesa dos restaurantes ilhavenses

 

O Museu Marítimo de Ílhavo  surgiu como um museu de vocação etnográfica e de temática marítima. Lugar de memória dos ilhavenses, das fainas do mar e da Ria de Aveiro, o museu assumiu a “Faina Maior” – a pesca do bacalhau à linha – como a sua exposição mais emblemática, em 1992. Em outubro de 2001 reabriu um novo edifício, de notável valor arquitetónico. É hoje um museu antigo com um projeto moderno. Fruto desta expansão em agosto de 2001 o Museu passou a integrar um polo – o arrastão bacalhoeiro “Santo André”, ancorado no emblemático Jardim Oudinot, na Gafanha da Nazaré e em 2012, ano da comemoração dos seus 75 anos, viu inauguradas as suas novas valências – o CIEMar, Centro de Investigação e Empreendedorismo, e o Aquário de Bacalhaus.

 

Este Museu, cujo mais extraordinário património consiste na memória da frota bacalhoeira portuguesa - seus Homens e seus Navios, disponibiliza também o arquivo digital de fichas de marítimos matriculados nas campanhas bacalhoeiras desde o início do século XX, que aqui pode consultar e conhecer.

 

A Associação dos Amigos do Museu Marítimo de Ílhavo colabora com a direção do Museu e é também detentora de um vasto espólio cultural associado a este património imaterial.

 

Museu Marítimo de Ílhavo

Avenida Dr. Rocha Madaíl, Ílhavo

Tel: (+351) 234 329 990

E-mail: museu@cm-ilhavo.pt

 

Navio Museu Santo André

Jardim Oudinot

Gafanha da Nazaré, Ílhavo

Tel. 234 329 990

museu@cm-ilhavo.pt

 

 

Na Avenida Marginal da Gafanha da Nazaré situa-se o Porto Bacalhoeiro. Para além de lhe permitir observar as contemporâneas atividades ligadas à faina longínqua e das embarcações que se lhe dedicam é também um ponto de observação privilegiado da beleza tranquila, ou, por vezes, encapelada, da Ria de Aveiro. O Argus, que lá encontrará, aguardando recuperação, com o nome de Polynesia 2, é o mítico navio bacalhoeiro português que pescou nos mares da Terra Nova e da Gronelândia e que, em 1950, foi protagonista do filme do australiano Alan Villiers, tornando mundialmente conhecida a tecnologia de pesca do bacalhau pelos protugueses durante o Estado Novo. Anos depois virá a ser vendido a um armador e fez cruzeiros marítimos nas Caraíbas tendo agora regressado "a casa", onde aguarda melhores dias.

 

 

Sugestões de visita:

Aquário dos Bacalhaus do Museu Marítimo de Ílhavo
Festival do Bacalhau
O Porto Bacalhoeiro 

 

 

Sugestões de consulta:

Tudo sobre o Bacalhau
Homens e Navios do Bacalhau, arquivo digital
Guia do Bacalhau da Turismo do Centro de Portugal – pt